Resposta do ISAVE à Covid-19 pisca olho a alunos estrangeiros

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Resposta do ISAVE à Covid-19 pisca olho a alunos estrangeiros

A pandemia de Covid-19 teve um impacto significativo em todo o mundo no setor educacional, revolucionando a clássica relação professor-aluno estabelecida durante décadas em todos os ciclos de ensino, incluindo o superior. O Instituto Superior de Saúde — ISAVE — em Amares, soube enfrentar a nova realidade de forma a enriquecer os seus docentes e dotar os seus alunos de novas ferramentas de Tecnologias de Informação e Comunicação.

A constatação está plasmada no blogue da Aliança Universitária Europeia de Inclusão, Integração e Envolvimento – Aliança 3IN – formada em 2019 como uma comunidade de criação e ensino composta por 95.000 estudantes, 8.000 professores, pesquisadores e administradores e centenas stakeholders em toda a Europa.

Esta Aliança é constituída por sete instituições de ensino superior, como a Universidade Diaconia de Ciências Aplicadas (Finlândia), Universidade Especializada VID (Noruega), Universidade de Ciências Aplicadas Würzburg-Schweinfurt (Alemanha), Universidade Transilvania de Brasov (Roménia), Universidade de Málaga (Espanha), ISAVE Instituto de Superior de Saúde (Portugal) e Université Sorbonne Paris Nord (França).

Apesar de usar algumas ferramentas de ensino à distância, como a plataforma Moodle, já há vários anos, “o ISAVE acordou para uma nova realidade em março deste ano, quando foi forçado a implementar o modelo de ensino à distância em vez da aprendizagem presencial devido à Covid- 19”, destaca, naquele blogue, o Professor João Neves da Silva.

Além das novas competências adquiridas, este responsável do centro de pesquisa do ISAVE – o Centro Interdisciplinar de Ciências da Saúde (CICS) – assegura que, no futuro, “o ISAVE deseja usar ainda mais as plataformas de ensino à distância para atrair estudantes mais desfavorecidos da região norte, rural e menos desenvolvida do país”.

Outro dos objetivos do incremento das novas tecnologias, é “desenvolver uma nova oferta educacional, em colaboração com os parceiros da Aliança 3IN, para atrair estudantes estrangeiros de diferentes latitudes na área da saúde”.

Este professor das unidades curriculares de Biofísica, Bioquímica, Biologia Celular e Molecular, Microbiologia, Bioestatística, Introdução à Pesquisa, Pesquisa Aplicada reconhece que a Aliança Univeritária Europeia 3IN — onde o ISAVE está integrado de pleno direito — “teve um impacto significativo na escolha e implementação da plataforma Zoom no ISAVE, uma vez que é a plataforma usada por muitos membros da 3IN”.

No mesmo texto, este docente fala do esforço desenvolvido para colmatar a lacuna tecnológica da aprendizagem à distãncia — com que muitas escolas e alunos se confrontaram em março — lembrando que “o ISAVE decidiu antecipar a implementação da plataforma Zoom e otimizar o uso da plataforma Moodle na instituição”.

Três meses depois, conclui João Neves da Silva, “a experiência foi extremamente positiva para estudantes e professores, tendo contribuído para diminuir a lacuna tecnológica que separava o ISAVE dos outros parceiros do consórcio europeu”.

Por fim, o responsável pela coordenação do IDI da ISAVE no contexto do projeto da 3IN Alliance, acredita que as “novas ferramentas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) ajudaram os professores da ISAVE a melhorar o ensino ministrado e permitiram aos alunos adquirir novas ferramentas para abraçar um mercado de trabalho cada vez mais complexo e desafiador”.

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